sexta-feira, 16 de maio de 2014

Tropa de Choque reforça proteção para cavalaria durante a Copa em SP

Equipamentos custaram R$ 600 para cavalos e R$ 2,3 mil para policiais.

'Vamos entrar só se estiver à beira de uma guerra civil', diz comandante.

Kleber Tomaz

Do G1 São Paulo

Cavalaria da Tropa de Choque terá proteção extra durante a Copa (Foto: Divulgação/Polícia Militar)Cavalaria da Tropa de Choque terá proteção extra durante a Copa (Foto: Divulgação/Polícia Militar)












A cavalaria da Tropa de Choque da Polícia Militar de São Paulo vai usar novos kits de equipamentos durante possíveis controle de distúrbios na Copa do Mundo em São Paulo. Nas montarias, o kit inclui viseira de acrílico, botas antiderrapantes, protetor facial e cobertura de couro no peito.
O material que será usado pelos homens está sendo chamado pelos militares de  Robocop: um exoesqueleto de polipropileno, material resistente a pancadas. Duzentos kits foram adquiridos. Cada conjunto de acessórios para os cavalos custou cerca de aproximadamente R$ 600. No caso do policiais, o custo foi de R$ 2,3 mil.
A cúpula da PM afirma que a intervenção do Comando de Policiamento de Choque (CPChoque) será o último recurso. “Vamos entrar [nas manifestações] só se estiver à beira de uma guerra civil”, afirma o tenente-coronel Carlos Celso Savioli, comandante do CPChoque.
Vamos entrar [nas manifestações] só se estiver à beira de uma guerra civil"
Carlos Celso Savioli,
tenente-coronel,
comandante da Tropa de Choque
A PM determinou que batalhões locais acompanhem eventuais manifestações. E que o novo Comando de Policiamento Copa (CPCopa) faça a segurança de 40 pontos estratégicos da cidade.
“Só vamos entrar se o CPCopa e a Força Tática do batalhão territorial não conseguirem intervir em um distúrbio urbano”, disse.

Ao todo, 2.150 policiais do CPChoque ficarão de prontidão 48 horas antes de todos os jogos. Agentes da Ronda Ostensiva com apoio de Motocicletas (Rocam) farão escoltas de delegações e autoridades. Ao todo, a PM irá auxiliar outros órgãos de segurança na escolta de 120 autoridades no dia 12 de junho.
Cento e cinquenta policiais atuarão diretamente no estádio, com capacete, cassetetes e escudos, mas sem armas. O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), poderá atuar, por exemplo, na varredura da arena para detecção de bombas.
Outros 2 mil estarão de sobreaviso para empregar a força, inclusive com balas de borracha, contra vândalos, se necessário, em outros pontos da cidade. Não há confirmação se a “Tropa do Braço” será novamente utilizada. Segundo a PM, todo o efetivo de 93 mil homens no estado irá trabalhar durante a Copa.
Policial e cavalo da cavalaria da PM de São Paulo vão usar armaduras para atuar em manifestações violentas (Foto: Assessoria de imprensa da Polícia Militar)Policial e cavalo da PM vão usar armaduras para atuar em manifestações. (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Cavalaria da Tropa de Choque terá proteção extra durante a Copa (Foto: Divulgação/Polícia Militar)Cavalaria da Tropa de Choque terá proteção extra durante a Copa (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Cavalaria da Tropa de Choque terá proteção extra durante a Copa (Foto: Divulgação/Polícia Militar)Cavalaria da Tropa de Choque terá proteção extra durante a Copa (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Cavalaria da Tropa de Choque terá proteção extra durante a Copa (Foto: Divulgação/Polícia Militar)Cavalaria da Tropa de Choque terá proteção extra durante a Copa (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
G1 - Tropa de Choque reforça proteção para cavalaria durante a Copa em SP - notícias em São Paulo 

MP denuncia 5 por cocaína no helicóptero dos Perrella

Justiça

Aeronave da família do senador Zezé Perrella foi apreendida com 445 quilos de cocaína numa fazenda isolada do interior capixaba

Eduardo Gonçalves
Helicóptero pertencente à empresa do deputado Gustavo Perrella foi apreendido pela polícia com mais de 400 quilos de cocaína no Espírito Santo
Helicóptero pertencente à empresa da família Perrella é apreendida com 445 quilos de cocaína no Espírito Santo(PMES/Divulgação)
O Ministério Público Federal (MPF) do Espírito Santo denunciou cinco pessoas à Justiça pelotráfico de 445 quilos de cocaína, apreendidos em um helicóptero da família do senador Zezé Perrella (PDT-MG). Entre os acusados está o piloto e o copiloto da aeronave, duas pessoas que descarregaram a droga e o dono da fazenda onde o helicóptero pousou em novembro.
A aeronave pertencia à empresa Limeira Agropecuária e Participações LTDA, registrada no nome de dois filhos do senador, o deputado estadual Gustavo Perrella (Solidariedade) e Carolina Perrella. O piloto Rogério Almeida Antunes era amigo de Gustavo e havia sido nomeado por ele a um cargo na Assembleia Legislativa mineira. Após a descoberta do caso, Antunes foi demitido.
O MPF também determinou o desmembramento do inquérito com o envio das peças para o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) por causa do foro privilegiado de Gustavo Perrella. Autor da denúncia, o procurador Fernando Amorim Lavieiri afirmou, no entanto, que o envio da remessa “não implica uma opinião negativa sobre a participação do parlamentar nos fatos”. A Polícia Federal concluiu que Gustavo não teve participação no crime.
A Justiça confirmou o recebimento da denúncia, mas rejeitou a solicitação de desmembramento, autorizando o Ministério Público Federal a encaminhar o inquérito à Procuradoria-Geral da República por causa do senador Zezé Perrella.
Em nota, o MPF informou não “restar dúvidas” de que os denunciados sabiam que estavam transportando drogas. Em depoimento à Polícia Federal, o piloto e o copiloto da aeronave disseram que desconheciam o conteúdo da carga transportada. O MPF afirmou que os acusados devem responder por tráfico de drogas, podendo ter um acréscimo na pena portráfico internacional – a droga saiu do Paraguai, segundo a PF. A pena pode chegar a quinze anos de prisão.
Segundo a investigação, Antunes aceitou fazer o transporte por 50.000 reais, a convite do copiloto, Alexandre José de Oliveira Júnior. O helicóptero partiu do Paraguai para uma cidade próxima a Avaré, no interior de São Paulo, fez escala em Divinópolis (MG) para abastecer e seguiu para Afonso Cláudio, no interior do Espírito Santo. Ao pousar numa fazenda isolada, Robson Ferreira e Everaldo Lopes de Souza descarregaram a carga. Agentes da Polícia Militar capixaba e da PF estavam de tocaia no local e prenderam os quatro em flagrante. O outro denunciado, Elio  Rodrigues, seria o dono do terreno onde o helicóptero pousou. Segundo a PF, ele havia comprado a fazenda alguns meses antes acima do preço de mercado.
Repercussão - Parte do combustível usado para abastecer o helicóptero foi pago pela Assembleia Legislativa mineira com a verba indenizatória destinada a custear os gastos dos deputados. Após a repercussão do caso, a Assembleia proibiu o reembolso de combustível para aeronaves de parlamentares.


A família Perrella está envolvida em outra investigação do Ministério Público de Minas Gerais por improbidade administrativa. A empresa criada pelo senador pedetista teria firmado contratos sem licitação com uma empresa do governo mineiro. A assessoria da família Perrella nega irregularidades nos negócios.


Polícia rodoviária apreende 1,5 kg de cocaína em ônibus no DF

Policiais acharam 1,5 kg da droga no compartimento das bagagens de mão.

Material foi levado para sede da Polícia Civil, que investigará o caso.

Do G1 DF

Policial rodoviário, durante fiscalização na BR-060, no DF (Foto: Polícia Rodoviária Federal/Divulgação)Policial rodoviário, durante fiscalização na BR-060, no DF (Foto: Polícia Rodoviária Federal/Divulgação)













A Polícia Rodoviária Federal apreendeu 1,5 kg de cocaína pura em um ônibus interestadual que passava pelo km 13 da BR-060, no Distrito Federal. De acordo com a corporação, o veículo seguia de Goiânia (GO) para Luiz Eduardo Magalhães (BA). A droga estava em uma bolsa guardada no compartimento de bagagens de mão. O dono não foi localizado.
De acordo com a polícia, a abordagem ocorreu durante uma fiscalização, que parou todos os ônibus que passavam pelo trecho. Os agentes informaram que todos os passageiros tiveram as carteiras de identidade fotografadas.
Droga apreendida pela Polícia Rodoviária Federal no DF (Foto: Polícia Rodoviária Federal/Divulgação)Droga apreendida pela Polícia Rodoviária Federal no DF (Foto: Polícia Rodoviária Federal/Divulgação)
As imagens serão repassadas para a Polícia Civil, para investigação. O material foi apreendido e encaminhado para a Coordenação de Repressão as Drogas (Cord).

Paralisação de motoristas gera protestos de passageiros em Goiás

Terminal Bandeiras está fechado após depredação de, pelo menos, 15 ônibus.

Outros sete terminais estão com atendimento comprometido nesta manhã.

Fernanda Borges e Vitor Santana

Do G1 GO

Passageiros revoltados depredaram ônibus no Terminal Bandeiras, em Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Passageiro depreda ônibus no Terminal Bandeiras, em Goiânia (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Uma paralisação de motoristas de ônibus gera transtornos aos usuários do transporte coletivo na manhã desta sexta-feira (16) na Grande Goiânia. De acordo com a Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC), o atendimento no Terminal Bandeiras foi totalmente interrompido, depois que passageiros revoltados protestaram, quebraram lixeiras e depredaram, pelo menos, 15 ônibus. O Batalhão de Choque da Polícia Militar foi acionado e permanece no local para controlar a situação.
Segundo a PM, alguns passageiros também tentaram saquear máquinas que vendem alimentos e bebidas. Apesar da confusão, ninguém chegou a ser preso e também não há o registro de feridos.
Além do Terminal Bandeiras, segundo a RMTC, há problemas em pelo menos mais sete terminais: Praça da Bíblia e Praça A, em Goiânia, que têm atendimento parcial das linhas, e  Cruzeiro, Garavelo, Veiga Jardim, Vila Brasília e Araguaia, em Aparecida de Goiânia, onde os ônibus circulam apenas por fora dos terminais.

Ainda de acordo com a RMTC, 131 linhas de ônibus das 272 que circulam na Grande Goiânia foram diretamente afetadas. O órgão ainda não tem o levantamento de quantos passageiros foram prejudicados.
Reivindicações
De acordo com o Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores no Transporte Coletivo Urbano de Goiânia e Região Metropolitana (Sindicoletivo), a paralisação dos motoristas  ocorre porque a categoria não aprova o acordo feito pelo Sindicato das Empresas do Transporte Coletivo de Passageiros de Goiânia (Setransp) e o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado de Goiás (Sindittransporte), representante legal dos motoristas, que concedeu um aumento de 7% ao salário dos funcionários.
Batalhão de Choque da PM foi enviado ao terminal para controlar manifestação (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Batalhão de Choque da PM foi enviado ao terminal para controlar tumulto (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Com o acordo, o salário dos motoristas que era de R$ 1.445,14 foi reajustado para R$ 1.546,30 e o vale-alimentação, que era de R$ 375, passa a ser R$ 435. Representantes do Sindicoletivo afirmam que não foram convidados para participar das negociações entre motoristas e empresas e avaliam a possibilidade de decretação de greve. “A categoria reivindica que as empresas façam uma assembleia com os motoristas para que a categoria avalie qual deve ser o reajuste na remuneração”, afirmou ao G1 o advogado do Sindicoletivo, Nabison Santana Cunha.
Segundo o advogado, o Sindicoletivo lamenta os protestos registrados nesta sexta-feira. "Nós lamentamos esses atos da população. Não era a intenção da categoria provocar essa situação de quebra-quebra. Os motoristas também são tão vítimas dos problemas do transporte público quanto os usuários", ressaltou.
G1 tentou contato com o Sindittransporte , mas as ligações não foram atendidas até a publicação desta reportagem.

A Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), que regula o transporte público na Região Metropolitana, também foi procurada, mas não houve retorno.

Exército e Força Nacional continuam em PE após fim da greve da PM

Madrugada após greve da PM tem 12 flagrantes e 8 detidos no Recife.

Polícia Civil retoma operação em delegacias e vai investigar saques.

Do G1 PE

Mesmo com as atividades da Polícia Militar normalizadas em Pernambuco nesta sexta-feira (16), o Exército e a Força Nacional de Segurança Pública continuam colaborando com a segurança na região. O plantão da Central de Flagrantes da Polícia Civil registrou, durante a madrugada desta sexta-feira (16), após o final da greve da PM, 12 flagrantes e oito pessoas detidas na capital.

A Polícia Civil contabilizou 234 presos, com 102 pessoas sendo autuadas em flagrantes pela Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core). De acordo com o comando da PM, desde a noite da quinta (15), grupos de policiais voltaram a circular pelo Recife, Região Metropolitana e demais cidades afetadas pela paralisação. Áreas mais críticas, como Abreu e Lima, são prioridades da patrulha da PM.
Batalhão da PM no Centro do Recife tem movimento de policiais depois da greve (Foto: Kety Marinho/TV Globo)Batalhão da PM no Centro do Recife tem movimento de
policiais depois da greve (Foto: Kety Marinho/TV Globo)
Normalmente, vão às ruas 250 viaturas da polícia no Recifeà noite. Na quinta, 230 já haviam voltado à patrulha. No interior do estado, os cerca de 20 mil PMs voltaram ao trabalho ainda na quinta. “Ontem algumas pessoas já foram abordadas nas ruas, as viaturas estão circulando nos bairros. Ainda está em vigor o comando das forças armadas até a retomada do efetivo policial normal. Vamos desenvolver um trabalho em plena sintonia com o reforço que foi tomado, junto com o Exército Brasileiro e a Força Nacional”, informou o comandante da Polícia Militar, o coronel Carlos Pereira.

A Polícia Civil, que por sua vez atuou em conjunto com a Companhia de Operações e Sobrevivência em Área de Caatinga (Ciosac) e a Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core), volta para sua posição na investigação dos crimes.
Policiais Militares voltam ao trabalho no Recife, Região Metropolitana e interior do estado (Foto: Kety Marinho/TV Globo)Policiais Militares voltam ao trabalho no Recife, Região Metropolitana e interior do estado (Foto: Kety Marinho/TV Globo)
“Hoje nós ficamos na nossa atividade normal, nós voltamos para as delegacias, inclusive para investigar os casos que ocorreram. As pessoas vão ser procuradas pela polícia, nossa diretoria de inteligência está analisando as imagens [veiculadas pela mídia] e essas pessoas estão sendo procuradas. Independente de quem seja, se foi crime, nós vamos investigar e pedir à justiça a prisão dessas pessoas”, disse o chefe da Polícia Civil Osvaldo Moraes. Sobre o balanço da Civil, as pessoas que foram autuadas respondem por assalto, furto e até por formação de quadrilha, dependendo do caso.
Apesar do fim da greve, pessoas ainda tentaram saquear um supermercado na Zona Norte do Recife. Os invasores foram detidos e não há confirmação sobre o roubo de produtos.
Fim do movimento
Grevistas decidiram pelo fim do movimento em assembleia realizada no Centro do Recife (Foto: Débora Soares/G1)Grevistas decidiram pelo fim do movimento em
assembleia realizada no Centro do Recife
(Foto: Débora Soares/G1)
A comissão independente de policiais e bombeiros militares decidiu encerrar a greve da Polícia Militar, na noite da quinta, em assembleia no Centro do Recife. A reunião foi tumultuada e os líderes do movimento chegaram a ser vaiados por quem queria continuar com a paralisação. Três itens foram acordado com o governo: a reestruturação do Hospital da PM, implantação da gratificação por risco de vida no salário-base e a aprovação, até julho, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), de promoções para os praças.
A categoria, que iniciou o movimento na noite de terça (13), também cobrava aumento de 30% a 50%, dependendo da patente. No entanto, recuou da exigência. Após a paralisação ter sido decretada ilegal pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), o secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez, afirmou que o canal de diálogo e negociação com os PMs havia sido encerrado.
Saques e depredações
Soldados do Exército prendem suspeito de arrastões em Olinda (Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem)Soldados do Exército prendem suspeito de arrastões em Olinda (Foto: Sérgio Bernardo/JC Imagem)
Durante toda a quinta, saques, depredações e outros crimes foram registrados em cidades do Grande Recife e no interior do estado. O comércio fechou as portas em várias localidades e as aulas foram suspensas em universidades e escolas públicas e particulares. O clima de insegurança deixou ruas desertas e o trânsito livre nos principais corredores da capital pernambucana. Empresas suspenderam o expediente mais cedo e liberaram funcionários.
Em Paulista, Região Metropolitana, vândalos arrombaram e furtaram lojas no centro comercial da cidade nesta quinta. Policiais da Companhia de Operações e Sobrevivência em Área de Caatinga (Ciosac) encontraram eletrodomésticos escondidos em telhados e entre as bancas de uma feira e na área do comércio informal do município. Funcionários de uma empresa de segurança privada chegaram a efetuar disparos para o alto para retirar dinheiro de um caixa e levá-lo para um carro-forte.
Móveis da prefeitura foram jogados na rua e em seguida queimados (Foto: Divulgação/Internauta)Móveis da prefeitura foram jogados na rua e em
seguida queimados (Foto: Divulgação/Internauta)
No Centro do Recife, um boato de arrastão fez parte do comércio fechar as portas. No bairro da Encruzilhada, Zona Norte da cidade, houve um arrastão por volta das 10h. Um grupo formado por cerca de 30 pessoas passou em direção ao Arruda, pela Avenida Beberibe. A agência dos Correios que fica no bairro fechou e clientes ficaram revoltados.

A Prefeitura e a Câmara de Toritama, no Agreste do estado, foram depredadas e tiveram mobiliário queimado. Adolescentes suspeitos de participar dos atos de vandalismo foram apreendidos e levados à Delegacia de Santa Cruz do Capibaribe, na mesma região.
G1 - Exército e Força Nacional continuam em PE após fim da greve da PM - notícias em Pernambuco


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domingo, 11 de maio de 2014

Atlético-MG pensa em trazer jogadores da Ucrânia para reforçar o elenco

Atlético-MG pensa em trazer jogadores da Ucrânia para reforçar o elenco
Foto: Flickr Atlético-MG
O treinador do Atlético-MG, Levir Culpi, quer contratações para o clube após a eliminação na Libertadores da América, e sabe bem onde "garimpá-los": Ucrânia. O país em crise no leste europeu abriga diversos jogadores que saíram do Brasil cedo e agora se veem em meio à uma disputa territorial com a Rússia, como o meia Giuliano, do Dnipro, e o atacante Wellington Nem, do Shaktar Donetsk.

"Vamos montar os jogadores dentro daquilo que a gente pretende taticamente. Dentro disso a gente tem visto jogadores que deverão vir para a gente compor o elenco", avisou Culpi, que usa vários vídeos para avaliar os reforços. "É uma avalanche de informações. Isso é o que menos preocupa. O que recebo de indicações, de atletas que conhecemos de ótimo nível... E temos essas informações e é só colocar lá e ver quantos gols, quantos jogos jogaram, tem tudo".

"A minha ideia é renovar a força do elenco. Vai ser com estes jogadores, ou com outros. Tenho que saber o que eles querem fazer no Atlético-MG e nossos objetivos. Temos Brasileiro, Copa do Brasil e Recopa. Tenho que trabalhar com pessoas que pensam como eu, e eu quero ganhar", finalizou Culpi.

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